(ao meu amor)
-Di...
-Di.
-Di!
-Di, porra!!
Os olhos de Di finalmente abriram. Não sabia quem eram aquelas pessoas e nem que lugar era aquele. Aos poucos, foi reconhecendo o grande M amarelo que conjuga fast food e os longos cílios de Di, uma jovem que também trabalhava no escritório. Recuperava-se devagar. O cheiro de gordura e desinfetante característico desse tipo de ambiente tiraria de qualquer um a vontade de voltar à consciência.
Di não lembrava por que estava no ali, só lembrava que interrompera seu trabalho pois tinha algo importantíssimo a fazer na catedral. Por que Di lhe acompanhava? Sua relação não era das de maior intimidade e, sinceramente, sempre achou Di fútil, fresca, careta e católica demais. Católica! Será que é por isso que Di me acompanha? Mas eu fui à catedral? Di nunca teria essas respostas. Ainda do chão, viu as pessoas correndo em stop motion, as batatas voando em luta contra a gravidade e a cabeça de Di explodir com um tiro
.
que parou o mundo por um instante.
In MC we trust (por 7A)
Há 15 anos
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