segunda-feira, 25 de junho de 2007

1a Não-ode Ode ao Amor

ao meu amor



De Deus, Sua origem e sua experiência:
No início, nada havia. Do nada, um Deus (com forma e modos de um grande homem) decide criar tudo. Espaço, Luz, Vida. O tudo criado ganha, então, movimento próprio, podendo , agora, seguir seu caminho até a criação do Universo em que vivemos.
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No início, nada havia. Do nada, uma grande mulher surge no vazio e, com ela, um quarto de quartzo branco. Da grande e bela moça, surge um cigarro e um banquinho. De seus pensamentos (e de seu corpo) ao pitar o cigarro, sentada no banquinho, nascem todas as “mães” das coisas do Universo em que vivemos.
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No início, nada havia. Do nada, fez a si mesmo um deus supremo que logo se pôs (em 13 etapas) a construir as bases do Universo. Esses 13 elementos gerados se combinaram em harmonia de modo a criar o princípio do Universo em que vivemos.
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No início, nada havia. Do nada, uma bola de energia surge sem dimensões analisáveis e explode jogando fragmentos de massa para todos os lados. Fragmentos esses que se associaram e dissociaram livremente de modo a criar o Universo em que vivemos.
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Não importa se é a teoria da “Gênese Judaico-Cristã” (quase idêntica à dos sumários e babilônios), ou se a teoria da “Avó-de-Todos”(ou da “Não-Criada”) do povo Dessâna da Amazônia Setentrional, ou se a teoria dos “Mundos e Eras do deus uno Hunabku” dos Maias.
Não importa se gregos, japoneses, esquimós, ou hutus. Não importa. Todas as teorias de criação de mundo (pela religião ou pela ciência) têm algo como sendo a origem em comum de todas as coisas.
Não importa se é um deus, um objeto, um conceito, uma bola louca. Tudo e todos temos algo em comum.
Filosoficamente, o ente (indivíduo) é combinação de matéria e forma, essência e ser. Desse modo, existe essência “impregnada” a toda e qualquer parte de matéria.
Por todas as teorias (e ratificado pela metafísica) viemos todos da mesma matéria(moléculas, átomos e supercordas estudados pela Física) e da mesma essência.
Essência essa que tem nomes e nomes e nomes e nomes. Jeová, Alá, YebáBurô(a “Avó-de-Todos”), Hunabku(o deus inicial dos Maias), Big-Bang, etc. Mas o que são todos esses? O que é isso que nos une a todos?
Primeiramente, tentemos provar, também pela lógica, a existência dessa essência única. E tentemos, assim, descobrir respostas.

sábado, 16 de junho de 2007

Pré-texto: Ame!

ao meu amor.

Muito já se escreveu para exaltar o Amor. Tanto em verso quanto em prosa. Essas são as não-odes que funcionam como odes ao Amor. Aqui nesse projeto estarão as NOVAS não-odes odes ao Amor.
Homero, Platão, Spenser, Shakespeare, Victor Hugo, Flaubert, de Alencar, Lispector. Todos grandes “amorólogos” de seus espaços e tempos, com seus estilos e visões.
Obviamente, não sou suficientemente esquizofrênico pra me comparar a algum deles. Mas espero com esses textos ao menos incentivar uma sociedade que se fechou tanto no (super-)individualismo que não se lembra mais de amar.
Se esses textos fizerem ao menos UM humano não se esquecer de seu Amor, o autor fica feliz e realizado.

Ame.

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Introduçao safada à nova investida de B Mosqueira influenciada pelo Meio e pelos últimos e pelos próximos acontecimentos

ao meu amor.


Odes mesmo são ODES. Versos para cantar/exaltar algo em específico. Mas sempre no velho estilo grego clássico: prezando pela beleza geométrica.
Particularmente, não sou de fazer odes. Não tenho facilidade de escrever versos milimetricamente metrificados. Talvez por eu ter a necessidade de enxergar meu rosto no meu trabalho, por precisar sentir a minha verdade, a minha marca, no que faço.
E só poucos iluminados deuses do Olimpo sabem o que não já foi feito para se colocar de Bulas Papais a receitas de bolo de abacaxi em versos decassílabos, em estrofes de perfeita simetria.
EU não consigo. I'm so sorry. Incompetência, impaciência, ou apenas, incompatibilidade. Mas EU não consigo.
Mesmo assim, acredito na importante e suprema necessidade de se exaltar aquilo que rege o Universo: essa força expansora, organizadora, assustadora, e acolhedora chamada pela maioria de nós por "Amor".

Nada merece mais ser enaltecido do que o Amor(seja lá o que for efetivamente essa entidade universal).
Infelizmente, desse emaranhado de neurônios não saem Odes. Mas tentarei dar meu jeito.
Declaro aberta, então, a nova fase de criação tendo como título:


"As novas não-odes odes ao Amor"


(by B Mosqueira)