sexta-feira, 15 de junho de 2007

Introduçao safada à nova investida de B Mosqueira influenciada pelo Meio e pelos últimos e pelos próximos acontecimentos

ao meu amor.


Odes mesmo são ODES. Versos para cantar/exaltar algo em específico. Mas sempre no velho estilo grego clássico: prezando pela beleza geométrica.
Particularmente, não sou de fazer odes. Não tenho facilidade de escrever versos milimetricamente metrificados. Talvez por eu ter a necessidade de enxergar meu rosto no meu trabalho, por precisar sentir a minha verdade, a minha marca, no que faço.
E só poucos iluminados deuses do Olimpo sabem o que não já foi feito para se colocar de Bulas Papais a receitas de bolo de abacaxi em versos decassílabos, em estrofes de perfeita simetria.
EU não consigo. I'm so sorry. Incompetência, impaciência, ou apenas, incompatibilidade. Mas EU não consigo.
Mesmo assim, acredito na importante e suprema necessidade de se exaltar aquilo que rege o Universo: essa força expansora, organizadora, assustadora, e acolhedora chamada pela maioria de nós por "Amor".

Nada merece mais ser enaltecido do que o Amor(seja lá o que for efetivamente essa entidade universal).
Infelizmente, desse emaranhado de neurônios não saem Odes. Mas tentarei dar meu jeito.
Declaro aberta, então, a nova fase de criação tendo como título:


"As novas não-odes odes ao Amor"


(by B Mosqueira)

2 comentários:

Anônimo disse...

De que serve esta onda que quebra e o vento da tarde? Pra que serve a tarde? Tudo se desconstrói quando estou perto de você....de que servem palavras, músicas, imagens quando o gesto rumo a você se sobrepõe a isso tudo - odes aproximam objetos afastados, mas o contato....ah, o contato anula qualquer teoria...

Anônimo disse...

proteccion sharmaprof delay murray subdebate jokingly diagnostic unmatched rejoin injury propounded
semelokertes marchimundui